Visita In Loco Reconhecimento Bacharelado em Biologia – 03 a 06 de agosto de 2011

agosto 3rd, 2011

No período de 03 a 06 de agosto de 2011 o Centro Universitário São Camilo – Espiríto Santo, estará recebendo In loco a comissão de avaliação para reconhecimento do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas.

Ciências Biológicas presente no 3º Congresso de Biologia Marinha

agosto 3rd, 2011

A profª. Flaviane Aparecida Conholato e os acadêmicos Kassio Almeida da Cunha, Bruno Oliveira Rosa, Fabio de Almeida e Silva e Bianca Silva da Hora Rocha participaram do 3º Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, realizado em maio, em Natal – RN.

A programação extensa, com palestrantes renomados, nacional e internacionalmente, promoveu uma gama de conhecimentos sobre as diversas áreas marinhas. De acordo com a profª. Flaviane Conholato, participar do seminário foi extremamente enriquecedor, tanto para ela, enquanto professora, quanto para os acadêmicos do 5º período de Bacharelado. “Posso dizer que foi uma um evento muito proveitoso”, afirmou.

Na oportunidade, a profª. Flaviane apresentou a pesquisa realizada no mestrado, e foi premiada por estar entre as cinco (5) melhores pesquisas em nível de pós-graduação, mestrado e doutorado.

CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CRONOGRAMA DE ATIVIDADES – ANO – 2011/2

agosto 2nd, 2011

 

EVENTO TÍTULO/LOCAL PERÍODO RESPONSÁVEL
  Curso de Extensão
  • Técnicas de Levantamento e Amostragem de Fauna;
  • Análises Clínicas;
  • Taxidermia Científica e Artística;
  • Geotecnologia
 Outubro

 

Agosto/Setembro

Novembro

 

Outubro/novembro

Helimar Rabello/ Núbia Badke Thomazini  

Flaviane Aparecida Conholato

 

Helimar Rabello/ Núbia Badke Thomazini

Luciano Coutinho

Projeto de Extensão
  • Educação Ambiental Permanente;
  • Análise de Textos Científicos: Tópicos em Biologia;
  • Ilha do Meirelles: Educação Ambiental e Estudos da Fauna e Flora Nativa. 
Agosto a Novembro 

 

Agosto/ Setembro

 

Permanente

Marilene Dilem da Silva 

Todos os Professores

 

Helimar Rabello

  

 

 

Aula de Campo

. Ilha do Meirelles, Cachoeiro de Itapemimim – ES;. “Fazenda Paraguai” – Conceição de Castelo-ES

  • Floresta Nacional de Pacotuba-ES

   . FLONA – Floresta Nacional, Cachoeiro de Itapemirim – ES.  

Agosto a Dezembro 

 

Outubro

 

 

 

Novembro

Helimar Rabello  

Helimar Rabello

Flaviane Aparecida Conholato

Gilson Silva Filho

 Cíntia Cristina L. Teixeira

Helimar Rabello

 Núbia Badke Thomazine

VIII Seminário de Biologia Centro Universitário São Camilo-Espírito Santo 30 e 31 de agosto, 01 e 02 de setembro Núbia Badke ThomaziniTodos Professores
Participação em Congresso Congresso Nacional de Ecologia – São Lourenço-MG Setembro Gilson Silva Filho Cíntia Cristina L. Teixeira

Helimar Rabello

Eventos Institucionais:. II RH na Praça

  • III Expociência Universitária
PalestrasExposição de Trabalhos e Oficinas

 Palestras, IV Feira dos Cursos e Mostra Científica

  

Novembro 2011

 

Outubro 2011

  

Marilene Dilem da Silva

Colegiado do Curso

 

Coordenação Marilene Dilem da Silva

Relação de Disciplinas Monitoria Ciências Biológicas 2011/2 (Aguardar Edital)

agosto 2nd, 2011

 

Disciplinas Professor Responsável
Genética Cintia Cristina Teixeira
Zoologia Invertebrados Cintia Cristina Teixeira
Educação Ambiental Flaviane Ap. Conholato
Biologia Celular Flaviane Ap. Conholato
Bioestatística Gilson Silva Filho
Embriologia Marilene Dilem Silva
Epidemiologia Gilson Silva Filho
Ecologia Geral Helimar Rabello
Histologia Núbia B. Thomazini
Física Aplicada à Biologia Eduardo Baliana
Microbiologia Janice Maria Dias
Anato/Fisio Comp/Animal Núbia B. Thomazini
Matemática Básica Poliana Barroso

 

Coordenação Marilene Dilem da Silva

Líderes- Biologia – 2011

abril 12th, 2011

Curso

Turma

Líder e Vice-Líder

Licenciatura

Líder: Eunice de Freitas Lima

Vice-líder: Jéssica Cremonini Caprini

Licenciatura

Líder: Fernanda Christo

Bacharelado

Líder: Julielson Oliveira Ataíde

Vice-Líder: Francieli Tarciso Peçanha

Bacharelado (Equivalência)

Líder: Shirley Viana

Bacharelado

Líder: Ramon Oliveira Luiz

Vice-Líder: Débora Sampaio

Bacharelado

Líder: Bruno de Oliveira Rosa

Vice-Líder: Kássio Almeida da Cunha

Bacharelado

Líder : Larissa Michelle

Vice-Líder : Suellen Rangel Oliveira

Líderes de turma – Biologia Licenciatura/Bacharelado-2011/1

Grupo de Estudo e Pesquisa – GEPs – Biologia 2011

abril 12th, 2011

CARACTERIZAÇÃO, CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE

Professores Responsáveis :

Cíntia Cristina Lima Teixeira 
Flaviane Aparecida Conholato
Gilson Silva Filho
Helimar Rabello
Marilene Dilem da Silva
Núbia Badke Thomazini

Noticias Biologia 2011

abril 12th, 2011

 CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CRONOGRAMA DE ATIVIDADES – ANO – 2011

Aula de campo:

.Estação Ambiente Meirelles, Cachoeiro de Itapemimim – ES;

.Aula de Campo Litoral Anchieta – Iriri-ES.

. FLONA – Floresta Nacional, Cachoeiro de Itapemirim – ES;

. Aula de Campo Litoral Capixaba.

. Parque Paulo César Vinhas, Guarapari – ES,;

. Aula de campo – Praia dos Castelhanos (Anchieta) e Matilde (Alfredo Chaves)- ES.

Visita Técnica:

. UNIAVES – Castelo-ES

. Museu de Santa Tereza – ES;

Curso de Extensão:

.Microbilogia

. Hepertologia Aplicada

. Ornitologia Aplicada

. Análises Clínicas

 

COMO MATAR PERNILONGOS, MOSQUITO DA DENGUE E MOSCA..(MÉTODO ECOLÓGICO)

abril 12th, 2011

Como matar mosquitos de modo ecologicamente correto.
Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a dengue hemorrágica, uma ideia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles.
O que nós precisamos basicamente:


200 ml de água quente,
50 gr de açúcar mascavo,
1 gr de levedura (fermento biológico para pães, encontrado em qualquer supermercado ) e
1 garrafa plástica de 2 litros
Como fazer:
1. Corte uma garrafa de plástico (tipo PET) ao meio. Guardar a parte do gargalo:

2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixe esfriar. Depois de frio despeje na metade de baixo da garrafa.

3. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.

4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.

5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.

Em duas semanas você vai ver a quantidade de pernilongos e mosquitos que morreu dentro da garrafa.

Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução de pernilongos e mosquitos, podemos utilizar este método muito útil em: Escolas, Creches, Hospitais, residências, sítios, chácaras, fazendas, floriculturas etc.

Informação e Ação: Biologia 2011

abril 12th, 2011

Turbinas de Vento ‘ São ameaça para Morcego’, diz estudo

As turbinas de vento para geração de energia eólica representam uma grande ameaça para as populações de morcegos, o que pode ocasionar perdas bilionárias para a agricultura, alerta um estudo publicado na edição desta sexta-feira da revista científica Science.

O estudo, conduzido por uma equipe de pesquisadores americanos e sul-africanos, sugere que a diminuição da população de morcegos na América do Norte poderia gerar prejuízos agrícolas de mais de US$ 3,7 bilhões por ano, podendo atingir até US$ 53 bilhões anuais.

“Essas estimativas incluem a economia de aplicações de pesticida que não são necessárias para controlar os insetos hoje consumidos pelos morcegos. Entretanto, não incluem o impacto colateral dos pesticidas sobre os seres humanos, animais domésticos e selvagens e o meio-ambiente”, explicou um dos autores do estudo, Gary McCracken, da Universidade do Tennessee em Knoxville.

“Sem os morcegos, a produtividade das colheitas é afetada. As aplicações de pesticidas aumentam. As estimativas claramente mostram o imenso potencial dos morcegos de influenciar a economia da agricultura e das florestas.”

Perda de biodiversidade

Os morcegos são predadores de insetos noturnos, entre os quais, espécies que destroem colheitas e florestas.

Segundo os pesquisadores, uma única colônia de cerca de 150 morcegos adultos no Estado americano de Indiana consumiu quase 1,3 milhão de insetos em um único ano.

Mas, desde 2006, mais de um milhão de morcegos já morreram em decorrência da chamada “síndrome do nariz branco”, causada por um fungo.

Mais recentemente, estudos têm alertado para a ameaça contra esses animais representada por turbinas de geração eólica, sobretudo durante o período de migração.

Embora alguns sejam afetados por golpes diretos desferidos pelas hélices das turbinas, a principal causa de morte é a queda repentina de pressão próxima dessas estruturas, que ocasiona hemorragias internas.

Os morcegos se orientam por uma espécie de sexto sentido que os guia pelo som dos ecos, a ecolocalização. Isso os permite detectar obstáculos e desviar deles, mas a mudança de pressão é imperceptível.

“São necessários esforços urgentes para educar o público e os formuladores de políticas públicas sobre a importância ecológica e econômica dos morcegos insetívoros e prover soluções práticas de conservação”, sustenta o artigo.

Fonte: www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/04/110401_morcegos_turbinas_pu.shtm

São Paulo sobe 21 posições em ranking de produção científica

Um relatório divulgado na Grã-Bretanha diz que São Paulo subiu da posição 38 para o 17º lugar em um ranking de cidades com mais publicações científicas no mundo.

De acordo com o estudo feito pela Royal Society, a academia nacional de ciência britânica, a evolução da capital paulista nesse setor “reflete o rápido crescimento da atividade científica brasileira”.

O relatório, chamado Conhecimento, Redes e Nações: A Colaboração Científica no Século 21, analisa a publicação de trabalhos científicos por país no período entre 1996 e 2008.

O documento indica que o Brasil e outros países emergentes, liderados pela China, estão despontando como grandes potências na área de produção de estudos científicos, capazes de rivalizar com países que têm tradição nessa área, como os Estados Unidos, nações da Europa Ocidental e o Japão.

A representatividade dos estudos brasileiros teve leve aumento: entre 1999 e 2003, eles equivaliam a 1,3% do total de pesquisas científicas globais. Entre 2004 e 2008, essa porcentagem subiu para 1,6.

Mas “as reduções significativas no orçamento de ciência em 2011 levantam preocupações”, diz o relatório. Em meio aos cortes de R$ 50 bilhões anunciados pelo governo no orçamento federal, o Ministério de Ciência e Tecnologia deve perder R$ 1,7 bilhão.

China

Segundo o levantamento, o desempenho da China é ”particularmente notável” – a publicação de documentos científicos do país superou as do Japão e da Europa nos últimos anos.

O país asiático só é ultrapassado pelos Estados Unidos, mas deve superá-los antes de 2020, se a atual tendência continuar.

Em 1996, os Estados Unidos tinham produção científica dez vezes maior que a chinesa; hoje, sua produção, com crescimento menor, não chega a ser o dobro da do país asiático.

No entanto, o relatório diz que ”ainda demorará algum tempo para que a produção dessas nações emergentes esteja à altura de ser uma referência para a comunidade científica internacional”, ressalta a pesquisa.

Áreas específicas

O estudo diz que há avanços em áreas específicas da ciência em alguns países, entre eles o Brasil.

”Existe diversificação de alguns países demonstrando lideranças em setores específicos, como a China em nanotecnolgia, e o Brasil em biocombustíveis, mas as nações avançadas do ponto de vista científico continuam a dominar a contagem de citações.”

A pesquisa também identificou nações emergentes no campo da ciência que não costumam ser associadas a uma base científica forte, como o Irã, a Tunísia e a Turquia.

As projeções feitas pelo relatório “sugerem que o sistema científico global está se desvencilhando de seu padrão anterior”.

“China e Coreia do Sul cumprem com suas ambiciosas metas de investimento em pesquisa e desenvolvimento, enquanto economias como Brasil e Rússia também prometem recursos substancialmente maiores para pesquisas.”

Com isso, é possível que nações emergentes – Brasil incluído – superem os investimentos de países como Japão e França no setor.

Fonte: www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110329_pesquisa_brasil_sp_rg.shtml

Incêndio que destruiu acervo do Instituto Butantan, em SP, foi acidental, diz laudo

SÃO PAULO – Laudo do Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que o incêndio no Instituto Butantan, em maio do ano passado, que destruiu um dos maiores acervos do mundo de cobras, foi acidental. Segundo o Instituto de Criminalística, o fogo que comprometeu boa parte das 85 mil serpentes, aranhas e escorpiões que estavam empalhados ou conservados em formol começou por causa do superaquecimento de pedras de calor usados em ambientes artificiais para aquecer as cobras. esse tipo de pedra tem uma resistência elétrica. O acervo destruído no Laboratório de Répteis é um dos maiores do mundo. Centenas de espécies desses répteis que havia sido capturados ainda nem haviam sido descritas.

O laboratório queimado, de 660 metros quadrados, tinha 100 anos. O fogo teve início às 7h30m do dia 15 de maio de 2010 e foi controlado no meio da manhã. Os animais vivos, entre eles várias espécies de cobras e aranhas, estavam em um outro local e não foram atingidos. No laboratório, segundo os bombeiros, a quantidade de álcool e formol aumentou a intensidade das chamas.

- Eram 77 mil cobras tombadas, mais umas 5 mil para tombamento. Todo o conhecimento do Brasil estava aqui, são 100 anos de história – diz Francisco Franco, curador da coleção.

O Instituto Butantan começou, em fevereiro, a construir o novo Prédio de Coleções, que terá o espaço mais bem organizado e distribuído para o armazenamento do material científico, além de ferramentas modernas para controle de ambientes e prevenção de incêndio. Ao todo, serão investidos R$ 3 milhões na obra.

De acordo com o diretor do Instituto Butantan, Jorge Kalil, o novo prédio é fundamental para a conservação de um dos mais importantes acervos de herpetologia – ramo da zoologia que, dentre os animais, estuda especificamente répteis e anfíbios.

- Um acidente como o que ocorreu no ano passado não pode se repetir, nem com as coleções, nem com nada que temos aqui dentro. Com o tempo, o Butantan vai ter que se adequar ao século 21.

Kalil disse que as espécies perdidas no incêndio serão repostas por meio de novas coletas em campo e com doações, mesmo que essas últimas tenham diminuído recentemente por conta das leis ambientais.

- Sem dúvida, sempre tem trocas nacionais e internacionais para que possamos repor. O acervo de serpentes sofreu um baque muito grande e esperamos que ele volte a ser o maior do mundo, porque agora não é mais.

A previsão é que as obras sejam concluídas no final do ano. A ocupação e a organização do acervo no novo local devem começar logo em seguida, no início de 2012. O material restante está armazenado em diversos lugares dentro do instituto.

 Fonte: oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/03/22/incendio-que-destruiu-acervo-do-instituto-butantan-em-sp-foi-acidental-diz-laudo-924064897.asp

Por que terremotos são dificeis de prever?

 terremoto de nove graus de intensidade que devastou boa parte do território japonês no último 11 de março levanta questões que sempre surgem em momentos de catástrofes naturais. A principal é por que não conseguimos prever esse tipo de evento e evitar tantas mortes? A revista NewScientist procurou especialistas para responder algumas dúvidas. Confira:

Terremotos podem ser previstos?
Não – ao menos não a tempo de um aviso ser emitido com hora e locais específicos que permitam uma evacuação ordenada. A maioria dos tremores, no entanto, ocorrem em locais previsíveis, em conhecidas falhas geológicas, como foi o caso do super terremoto na costa japonesa.

O quão perto podemos chegar de prever terremotos?
Para lugares com histórico de alta incidência de atividade sísmica, a chance de um novo tremor num período de décadas é alto. “Temos modelos que dizem que no sul da Califórnia, nos próximos 30 anos, temos 38% de chance de ter terremotos de magnitude 7,5 ou maior”, diz Thomas Jordam, diretor do Centro de Terremotos do Sul da Califórnia. Se o mesmo modelo for usado para calcular a chance do um tremor na mesma região na próxima semana, as chances ficam em 0,02%, de acordo com o pesquisador.

Por que grandes terremotos são tão difíceis de prever?
Previsões confiáveis requerem precursores – algum tipo de sinal na Terra que indique que ele está vindo. No entanto, até o momento, os sismólogos falharam em encontrar esses precursores – se é que eles existirem de fato.

Quais tipos de sinais os sismólogo consideram para prever os grandes terremotos?
Uma larga gama de sinais em potencial são estudados. Os principais são: aumento na concentração de gás radônio (extremamente venenoso), mudanças na atividade eletromagnética, pequenos tremores, deformação na superfície da Terra, mudanças geoquímicas na água subterrânea e até comportamento animal atípico momentos antes do tremor principal.
Alguma dessas medidas já funcionou?
Todas as evidências citadas podem se comportar de modo errático levando a um grande terremoto. Mas, infelizmente, esses fatores também ocorrem sem que nenhum terremoto aconteça depois. “Quando você coloca rigor estatístico neles [nos fatores de risco], não sobra nada”, diz Susan Hough, geóloga do Instituto de Tecnologia da Califórnia.

Quais abordagens podem levar a previsões mais bem sucedidas no futuro?
Muitos pesquisadores continuam a olhar para mudanças eletromagnéticas que precedem os tremores principais. Essa linha é apoiada pelo trabalho de Friedemann Freund no Centro de Pesquisa Ames da NASA. Ele mostrou que a compressão de uma rocha pode levar à formação de cargas elétricas positivas na terra que podem levar aos sinais eletromagnéticos incomuns que precedem um terremoto.

Quais são as chances de outro grande terremoto no Japão depois do atual tremor?
Cerca de 200 tremores secundários com intensidade de 5 ou mais ocorreram nos três dias que seguiram o grande terremoto do dia 11 de março, de acordo com a Agência de Meteorologia do Japão. A probabilidade de novos tremores adicionais, de intensidade 5 ou maior, até dia 17 de março é de 40%, segundo a mesma Agência.

Fonte:revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI218062-17770,00-POR+QUE+TERREMOTOS+SAO+DIFICEIS+DE+PREVER.html

Com método inovador, cientistas criam microscópio mais potente do mundo.

Cientistas britânicos conseguiram fazer com que um microscópio ótico conseguisse enxergar objetos de cerca de 50 nanômetros (bilionésimos de metro), oferecendo um olhar inédito sobre o mundo “nanoscópico”.

A técnica, que alcança a maior resolução de que se tem notícia, poderia ser utilizada para observar vírus, diz a equipe de pesquisadores.

Com a ajuda de minúsculas contas de vidro, o procedimento faz uso das chamadas ondas infinitesimais, emitidas muito próximas de um objeto e que normalmente se perdem.

Os cientistas fazem com que as contas de vidro recuperem esta luz e refaçam o foco, canalizando-a para um microscópio comum.

O método permitiu aos pesquisadores ver com os próprios olhos níveis de detalhes normalmente só identificados por observação indireta, como a microscopia através da força atômica e varreduras com emissão de elétrons.

Os detalhes foram publicados na revista acadêmica Nature Communications.

Descoberta

Utilizar a luz visível – o tipo de luz captada pelo olho humano – para observar objetos dessa escala é, de certa maneira, romper as regras da teoria da luz.

Normalmente, os menores objetos visíveis são definidos por um parâmetro conhecido como limite da difração.

Ondas leves natural e inevitavelmente se dispersam de tal maneira a limitar ao alcance do seu foco, ou o tamanho do objeto que pode ser capturado.

As ondas infinitesimais que são produzidas na superfície dos objetos tendem a se enfraquecer com a distância – mas elas não estão sujeitas ao limite da difração.

Se capturadas, as ondas infinitesimais oferecem uma resolução muito mais alta que a obtida por métodos padrões de captação de imagens, explica o pesquisador do Centro de Pesquisa de Processamento a Laser da Universidade de Manchester, Lin Li.

Observação

Para observar os objetos, a equipe colocou contas de vidro entre dois e nove milionésimos de metro na superfície das amostras.

As contas coletam a luz transmitida através das amostras, captando as ondas infinitesimais e focando-as de maneira a serem observadas por um microscópio comum.

A equipe conseguiu observar objetos minúsculos, como marcas em escala nanométrica em discos de Blu-Ray.

Mas o professor Li acredita que a técnica possa ser utilizada em estudos biológicos mais ambiciosos, nos quais ações em nanoescala são difíceis de observar diretamente.

“A área onde acreditamos haver interesse é a observação de células, bactérias e até vírus”, afirma Li.

Métodos indiretos de observação conseguiram enxergar objetos a uma resolução de um nanômetro, e até os traços de uma única molécula. Mas nenhum deles é tão simples quanto a observação direta através do microscópio.

“Usar a tecnologia corrente requer muito tempo. Por exemplo, usar microscopia ótica fluorescente requer dois dias para preparar a amostra e a taxa de sucesso dessa preparação é de 10 a 20%”, exemplifica o pesquisador.

“Isto ilustra o ganho potencial de introduzir métodos de observação direta.”

Fonte: www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110302_microscopio_potente_pu.sht

Professora de Biologia Concorre Premio de melhor trabalho de Biologia Marinha

abril 12th, 2011

A profª. Flaviane Conholato, do curso de Ciências Biológicas, teve sua pesquisa aprovada no Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, organizado pela Associação Brasileira de Biologia Marinha.

A pesquisa tem o tema “Cultivo de larvas de caranguejo em laboratório visando o repovoamento da espécie em ambientes degradados” e passou pela primeira etapa do concurso e conquistou o primeiro lugar entre as cinco melhores,  em nível de pós-graduação. A apresentação oral será no dia 18 de maio, sendo que o resultado da classificação será no dia 20 de maio.

A profª. Flaviane já considera a participação uma grande vitória, tendo em vista que havia mais de mil inscritos. “Já me sinto uma grande vencedora, independente do resultado final. Todos que concorreram comigo são de universidades referências na área de pesquisa marinha, e estar entre os cinco melhores trabalhos é uma enorme honra, principalmente pelo fato de poder levar comigo a responsabilidade de ser uma profissional camiliana”, destacou.

O 3º Congresso Brasileiro de Biologia Marinha (3º CBBM) acontece de 15 a 19 de maio de 2011, no Centro de Convenções do Hotel Praiamar, em Natal – RN. O evento é aberto à participação de profissionais, pesquisadores e acadêmicos de todos os países. Para mais informações sobre o congresso, acesse http://www.uff.br/cbbm2011/.

Fonte: Profª. Flaviane Conholato, docente do curso de Ciências Biológicas
Comunicação e Informação: Patricia Barcelos e Gilliane Correia Wichello

Postada em : 8/4/2011